segunda-feira, 28 de maio de 2012

Atividades que estão dando certo

Todos os dias no início da aula procuro levar um gênero textual diferente para fazer a leitura compartilhada no 4º ano B da Escola Municipal Luiz Viana Filho; no decorrer dos dias, alguns alunos começaram a pedir para trazer um texto para compartilhar no dia seguinte e a demanda foi crescendo, a procura de livros na biblioteca da escola foi aumentando, então lancei uma proposta para a turma de continuarmos no mesmo foco que iniciei, pois os alunos começaram a trazer os mesmos gêneros todos os dias então nos organizamos assim: Na segunda feira dois alunos trazem poesia, na terça dois trazem conto, na quarta dois trazem fábula, na quinta dois trazem receita e assim vai... texto informativo, parlenda, quadrinhos, bilhete... está sendo muito bom, percebo a aquisição da leitura a partir da função social que a mesma representa de forma bem explícita, pois cada aluno dentro de sua limitação procura fazer o seu melhor.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Perfil da turma que estou tendo o prazer de trabalhar

Escola Municipal Luis Viana Filho
Turma- 4º ano B
II Bimestre

Estou atualmente trabalhando com uma turma de 4º ano composta por 30 alunos; como cheguei no final do I bimestre a turma já tinha um ritmo de trabalho e aos poucos tenho conseguido promover um ambiente democrático de  discussão e troca de conhecimentos. Dos 30 alunos,  20 estão alfabéticos em situação inicial e pós inicial, 07 com hipóteses de escrita silábica-alfabética e 03 com hipótese de escrita pré-silábica. Depois de um mês de experiência neste grupo posso dizer que está sendo um momento ímpar em minha carreira, pois a cada dia o grupo me surpreende de alguma maneira; pelo fato da escola está localizada em um bairro periférico e  muito humilde, a referência da comunidade local é a escola, daí vem a responsabilidade triplicada no trabalho pedagógico.
Em relação ao desenvolvimento em todos os momentos da sala de aula, procurei tratar primeiro da indisciplina do grupo a partir do diálogo e da afetividade, pois eu não conseguia abrir a boca para fazer uma leitura compartilhada, explicar uma atividade, promover uma discussão...conseguir ganhar a confiança da turma e agora tenho trabalhado as dificuldades   em relação a leitura fragmentada, textos sem coerência e coesão, segmentação, escrita de letras cursiva e bastão juntas, nomes próprios escritos com letras minúsculas, dificuldades de interpretar a própria leitura, caligrafia, ortografia, operações matemáticas...estas dentre outras são as dificuldades do grupo no geral e em relação aos alunos silábicos- alfabéticos e pré-silábicos atividades diferenciadas para que os mesmos avancem.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

FOTOS DAS OFICINAS
















OFICINAS COM PAIS E MÃES DOS ALUNOS DA DUQUE UTILIZANDO OS UQUINHAS

  Além de professora da Duque, também sou graduanda em Pedagogia pela UNEB Campus XVI, Irecê-BA. Como o estágio do 5º Semestre é no espaço não-formal de educação, pensei logo em fazer um trabalho com pais e mães dos alunos utilizando os laptops; então lancei a proposta ao meu professor de estágio e para a turma; a partir daí formamos um grupo de seis colegas e começamos planejar e mandar comunicados pelos alunos convidando aos pais e mães para uma semana de oficinas,deixando os mesmos escolherem o melhor turno, pois seriam disponibilizados os turnos matutino e vespertino completando assim nossa carga horária do estágio de cinquenta horas. Nosso público foi seis mães pela manhã e dezesseis pela tarde, vale ressaltar que cinco destas mães são dos meus alunos.O Ponto de Cultura através da pessoa de Ariston coordenador técnico e Rita coordenadora pedagógica nos deram todo o aparato para realização do trabalho, bem como Jal diretora  da Duque e a colaboração dos colegas pelo fato do espaço da Biblioteca e Infocentro que foram ocupados durante a semana; não poderia deixar de falar de meu professor Claudilson pelas sábias orientações e para fechar com chave de ouro, agradecer a disponibilidade das mães e de Odair pelos momentos maravilhosos de troca que os mesmos nos proporcionaram. Foram cinco oficinas: A 1ª conhecendo os programas do UCA, a 2ª As N´TICS como instrumentos de aprendizagem e inserção social, a 3ª Segurança na internet, a 4ª A utilização das redes sociais como meio de integração na sociedade atual e a 5ª sobre software livre.
  Foi um trabalho bem desafiador, porém muito relevante pelo fato da amplitude do Projeto UCA para pais, mães, alunos, professores e comunidade em geral. Me sinto realizada pelo desenvolvimento do trabalho, bem como com o grau de satisfação das mães,  que no geral queria mais oficinas, algumas falaram que "nunca tinham passado tanto tempo na frente de um computador", "nunca pensei que ia perder o medo da máquina", "já fui hoje na nutricionista através da internet, pesquisei sobre triglicerídios", teva até bate papo no gmail, pois cada um criou seu gmail; destes, alguns já tinham contato bem superficial com o computador, outros não.

sábado, 27 de agosto de 2011

ÁS Novas Tecnologias em favor da Educação

 
O  PROUCA é o principal responsável pela minha inclusão digital, pois só comecei me dispertar para às tecnologias em favor da Educação a partir do Projeto; compreendo que não dá mais para o professor ficar alheio às tecnologias, pois cientificamente as pesquisas mostram que uma nova inteligência está se desenvolvendo nas novas gerações que crescem incluidas na cultura digital.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

DEPOIMENTO

   É com muita satisfação que compartilho com todos a alegria que me contagia a cada descoberta em relação às N`TIC`s;  meus colegas de faculdade e de trabalho sempre  me ouviram falar  explicitamente  dos entraves que me cercaram até Dezembro de 2011 sobre às N´TIC`s e a Duque ser contemplada com o PROUCA.
  Curso o 5º semestre em Pedagogia na UNEB, e confesso a vocês que concluir o 4º semestre pagando pra digitarem meus trabalhos, tinha um email no yahoo que nem sabia manusear direito; utilizava raramente o google com dificuldade.  A partir de dezembro com a formação do UCA, decidir virar essa página da minha vida e entrei de cabeça na formação e concomitantemente com  duas disciplinas online nesse semestre( TIC e LIBRAS). Ainda estou no processo de formação, mas já digito  meus trabalhos, personalizei meu email, criei um blog com layout ao meu gosto, tenho gmail, participo da lista de discussão do UCA e UNEB através do yahoo grupos, sou ativa nos fòruns do EPROINFO, bem como das disciplinas de TIC e LIBRAS, já participei de vários chats com sucesso, faço cursos online relacionados a educação atravès da buzzero.com, entre outras aprendizagens. Nunca falei pra ninguém, mas já cheguei a pensar que não conseguiria aprender nada que envolvesse tecnologia. 
    Sou um exemplo vivo de que com força de vontade é possível sim aprender além do que buscamos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

IMPOR LIMITES É NECESSÁRIO

    Ainda não sou mãe, mas convivo diariamente em sala de aula com reflexos de falta de limite de crianças e adolescentes filhos de pais que muitas vezes pela ausência em  casa por conta do trabalho acabam compensando e  atendendo todas às vontades dos mesmos no intuito de evitar choros e birras; é preciso que estes pais se conscientizem de que a boa educação pode está intimamente ligada aos "nãos", pois dizendo não quando houver necessidade ajuda os filhos  a se tornarem adultos amadurecidos capazes de enfrentar com veemência às negativas que a vida trará na fase adulta.
    Para a terapeuta de família Fátima Bittencourt, essa geração de pais tem mais dificuldade de impor limites aos filhos; diz também da necessidade urgente de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos e que estabelecer  limites é fundamental para construção da personalidade, ressalta também  que nesse processo não cabe receber compensação ou prêmio.
     No caso de crianças que apelam para o choro a cada "não" que recebem, a dica da terapeuta é não supervalorizá-lo; pois os vínculos afetivos são construídos desde a gestação dos filhos e jamais se perderão por causa das regras necessárias no processo educacional. O importante é dizer "não" sem ameaçar ou compensar, afinal 'não' é " não" diz a especialista e a criança precisa entender.